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Testamento público: quando a sua vontade pode ir muito além do patrimônio
Quando se fala em testamento, é comum pensar em uma pergunta bastante objetiva: “Quem vai ficar com os meus bens quando eu morrer?” Mas o testamento pode responder a perguntas muito maiores. Quem eu quero beneficiar? O que quero proteger? Quem cuidará dos meus filhos menores? O que acontecerá com determinado patrimônio? Quero beneficiar uma instituição ou um projeto social? Quem cuidará do meu animal de estimação? É por isso que, na minha atuação com Direito Preventivo e Advo
21 de ago.


Contrato de namoro, união estável e regime de bens: porque o amor também precisa de escolhas jurídicas
Quando chega a hora de casar, o casal costuma pensar em tudo: festa, vestido, cerimônia, música, lua de mel... Mas existe uma escolha que muitas vezes fica em segundo plano: o regime de bens. E talvez ela merecesse estar entre as primeiras conversas. Afinal, o patrimônio que existe hoje pode mudar completamente ao longo da vida. Podem surgir imóveis, empresas, investimentos, heranças e novas conquistas. Por isso, escolher o regime de bens não é pensar apenas no patrimônio que
21 de ago.


Inventário Extrajudicial: quando a sucessão pode ser resolvida no cartório
Quando alguém morre, além da dor da perda, existe uma série de questões que precisam ser organizadas: patrimônio, dívidas, imóveis, contas bancárias, veículos, direitos e a própria divisão da herança. E uma das primeiras perguntas costuma ser: “Precisa fazer inventário judicial?” Nem sempre. Quando existe consenso entre os interessados e estão presentes os requisitos legais, o inventário pode ser realizado por escritura pública, no tabelionato de notas, sem que o inventário p
21 de ago.


Planejamento sucessório: não existe uma única forma de organizar o futuro
Quando se fala em planejamento sucessório, muita gente pensa imediatamente em testamento. Mas organizar a sucessão pode envolver diferentes instrumentos, e cada um produz efeitos jurídicos próprios. Na minha atuação com Direito Preventivo e Advocacia Extrajudicial, o trabalho começa justamente por compreender a realidade da pessoa, seu patrimônio, sua família e aquilo que ela deseja preservar, para então identificar quais instrumentos podem ser utilizados de maneira adequada.
21 de ago.


E se um dia eu não puder mais decidir por mim?
A gente costuma planejar o patrimônio, o casamento, a sucessão. Mas existe uma pergunta igualmente importante: E se um dia eu não puder mais tomar minhas próprias decisões? É para situações como essa que o Direito Preventivo pode atuar antes que a vulnerabilidade aconteça. Diretivas Antecipadas de Vontade As Diretivas Antecipadas de Vontade (DAV) permitem que uma pessoa registre previamente suas vontades sobre cuidados e tratamentos de saúde para uma eventual situação em que
21 de ago.


Pacto antenupcial: o casamento também pode ser planejado
Quando duas pessoas decidem se casar, costumam conversar sobre a cerimônia, a casa, a viagem e os planos para o futuro. Mas existe uma conversa que também merece espaço: como queremos organizar nossa vida patrimonial? É justamente aí que entra o pacto antenupcial. E existe um equívoco comum sobre ele: pensar que serve apenas para escolher entre os regimes de bens previstos em lei. Não necessariamente. Dentro dos limites legais, o casal pode construir regras próprias para a su
21 de ago.


No fim, o meu trabalho como advogada extrajudicial leva a uma fonte só: o amor
Eu trabalho com Direito Preventivo e Advocacia Extrajudicial. Minha atuação é especialmente voltada para testamentos, Diretivas Antecipadas de Vontade, inventários extrajudiciais e pactos antenupciais. Quando digo isso, talvez a primeira imagem que venha à cabeça seja a de um trabalho essencialmente técnico: legislação, patrimônio, sucessão, regime de bens. Tudo isso faz parte. Mas não é tudo. Porque, depois de algum tempo trabalhando nessa área, passei a perceber que existe
21 de ago.


Advocacia Extrajudicial: quando resolver fora do Judiciário exige conhecimento jurídico
Quando alguém pensa em advocacia, provavelmente pensa em processo. Petição. Juiz. Audiência. Sentença. Mas existe uma forma de atuação jurídica que acontece antes de tudo isso: a Advocacia Extrajudicial. E aqui já vale desfazer um equívoco. Extrajudicial não significa informal. Não significa improvisado. E definitivamente não significa simplesmente “ir ao cartório”. Significa utilizar, quando presentes os requisitos legais, uma via que permite a formalização de determinados a
21 de ago.
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